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escravo do dinheiro

Você é escravo ou Senhor do seu dinheiro?

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Autor: Artur Barros

A maioria de nós não teve contato com educação financeira nas escolas. Nas famílias também não há uma cultura de difusão de conceitos financeiros, e nos cursos de direito não é diferente. Por consequência, temos 60 milhões de endividados no Brasil, e apesar de não termos estatísticas para dizer como anda a saúde financeira dos advogados, estamos inseridos nesse contexto.

Os conceitos sobre finanças pessoais são aprendidos na prática, e nem sempre da forma correta, muitas vezes na tentativa e erro, e a cada erro as perdas são significativas. A falta dessa gestão pessoal acarreta uma vida de possibilidades limitadas, pois na maioria das vezes trocamos horas trabalhadas por dinheiro, e assim estamos na corrida pelo dinheiro, nos tornando escravos do trabalho, tomando decisões precipitadas pensando na falta que aquele dinheiro vai fazer.

Com foco nas perdas não se pode enxergar as oportunidades!

Um conceito pouco difundido é que a educação financeira não faz parte da disciplina de matemática ou ciência exata, mas sim uma ciência comportamental, é a relação que temos com o dinheiro.
Pare um pouco e pense no que você ouvia sobre dinheiro na sua infância, já ouviu alguma dessas frases: “tira a mão do dinheiro que ele é sujo”, ”dinheiro não traz felicidade”, “é mais fácil um camelo passar no buraco da agulha que um rico entrar no reino de Deus”, “o dinheiro é a raiz de todo mal”, etc… sem querer julgar o mérito religioso ou cultural, são expressões que não fortalecem uma mentalidade financeira saudável, na verdade, são sabotadores que interferem nas nossas decisões do dia a dia.

Já se perguntou alguma vez para onde foi o seu dinheiro? Já utilizou o cheque especial ou o limite do cartão de crédito para compor a renda mensal? Compra parcelado com ou sem juros? Já recorreu ao empréstimo bancário? Se sua resposta foi sim, você não é o único, isso são hábitos e comportamentos nocivos e comuns entre os brasileiros. Esses comportamentos fazem parte do cotidiano social, mas podem ser modificados.
O assunto dinheiro ainda é um tabu na sociedade, e quando é falado, muitas vezes ocorre na fila de um banco ou de uma lotérica, e na grande maioria das vezes são reclamações e lamúrias sobre contas a pagar, governo, crise mundial, etc… onde nada de construtivo foi dito sobre dinheiro e só sentimentos negativos foram despertados.

A mudança de chave do diálogo negativo para o positivo é fundamental pra o caminho da prosperidade. Sempre que alguém reclamar da conta a vencer ou da falta do dinheiro, não entre nessa vibração e não alimente o dialogo infrutífero. Se não tem algo positivo a falar ou ouvir sobre dinheiro, mude de assunto. Comece a nutrir o hábito do diálogo positivo sobre finanças, e mesmo que não encontre ninguém para conversar, busque nos livros, filmes e internet, e alimente-se de conteúdos relevantes.

O assunto finanças pessoais não é um bicho de sete cabeças, é um tema importante que merece ser compartilhado de forma simples, fora da linguagem do “economês” para fácil compreensão de todos, e assim maior difusão das boas ideias, contribuindo para economia no geral.
Imagine só uma nação sem pessoas endividadas? Por mais que pareça um pensamento utópico, cada um é responsável pelas suas finanças, e o primeiro passo é assumir a autorresponsabilidade, deixar de culpar fatores externos, sair da zona de conforto e aprender a tomar decisões econômicas melhores. Para isso é preciso ampliar a visão.

Dinheiro não é um fim, é um meio. Quem busca o dinheiro pelo dinheiro, e não dá uma finalidade relevante a ele, não tem a motivação correta para obtê-lo, e fica fácil se perder pelo caminho buscando atalhos perigosos. A motivação pode ser a família, viagem, estudos, independência financeira, enfim, o dinheiro é um meio para realizar sonhos. Já ouviu a notícia que um ganhador do big brother Brasil perdeu todo o dinheiro que ganhou do programa? Que um ganhador da Mega Sena está endividado após um determinado tempo? São exemplos de que o dinheiro não resolve problemas, e sim ter uma mentalidade financeira para o sucesso resolve todos os problemas.

Uma boa opção de meta para o longo prazo é um planejamento para a liberdade/independência financeira, que é não depender de um trabalho para poder pagar suas contas, o seu patrimônio gera rentabilidade e lucro suficientes para pagar seus custos de vida, e nesse momento não se torna um aposentado e sim um indivíduo que faz somente o que quer, e a partir daí tudo que fizer será com excelência, pois não fará porque precisa e sim porque gosta e se sente autorrealizado. Faça com que seu dinheiro permaneça bem investido, trabalhando para você, pois ele será um ótimo funcionário que não adoece, não tira férias, não reclama, e você será o senhor do seu dinheiro, e tratando-o com respeito, terá ótimos retornos.

Cuide do seu conhecimento e atitude perante suas finanças, pois o dinheiro não aceita erros. E não importa se você tem dívidas ou se é milionário, a educação financeira sempre estará à disposição para te ajudar.

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