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Tecnologia no direito: como estas duas áreas se relacionam

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Vivemos em um período de constantes mudanças e de quebras de paradigmas no mundo do direito. Esse cenário é reflexo da globalização e do acelerado desenvolvimento tecnológico. Com isso, uma dicotomia tem sido observada no meio da advocacia.

Se por um lado um grupo de advogados mais tradicionalistas não conseguem aceitar o implemento das ferramentas tecnológicas existentes no seu sistema de trabalho e tem dificuldades até mesmo para atuar em casos que envolvam de alguma maneira conhecimentos a respeito da área, por outro, um segundo grupo, tem não só aceitado o implemento tecnológico, como o tem utilizado como mecanismo de aperfeiçoamento das tarefas rotineiras do escritório e meio para especialização.

Fato é que, até mesmo os tribunais têm entrado nessa onda tecnológica e tornado a tramitação dos processos eletrônica. Desse modo, utilizar a tecnologia para advogar não é mais uma alternativa, mas sim uma necessidade.

Nessa conjuntura, você que está observando todas essas mudanças ocorrerem, pode estar se perguntando como essas áreas relacionam e, mais do que isso, como tirar proveito dessa realidade. Apresentaremos aqui algumas dicas de como utilizar de maneira mais produtivas as tecnologias à disposição do direito e como você advogado poderá obter melhor retorno por meio de sua utilização.

Para que a compreensão acerca da temática abordada aqui fique melhor explanada dividiremos essa publicação em duas partes. Primeiramente abordaremos como a tecnologia tem impactado o direito de maneira geral e em um segundo momento destacaremos como a tecnologia pode impactar o dia-a-dia do advogado.

A tecnologia e o direito

O direito sempre buscou dirimir conflitos por meio da regulamentação dos comportamentos sociais. Com o surgimento de novas tecnologias a cada dia novas relações jurídicas têm sido estabelecidas e o ordenamento tem buscado acompanhar essas transformações.

É o caso por exemplo do surgimento das chamadas organizações digitais.  O dinamismo imprimido pelas startups digitais, fintechs e diversos outros modelos de negócios demandam do operador do direito uma nova forma de atuação diferindo das metodologias tradicionalmente empregadas.

Através da ótica do open innovation as empresas buscam compartilhar suas estratégias corporativas com o mercado visando a inovação. Nesse ambiente dificilmente assinatura de NDAs (Non Disclosure Agreement) são aceitas. O novo empresário busca maior agilidade para colocar sua ideia em prática, e carece de uma execução rápida para a abertura de novos negócios e demanda do assessor jurídico uma atuação no sentido de eliminar as barreiras para o negócio.

Observa-se, contudo, que muitas vezes o parceiro jurídico dessas startups ao invés de eliminar os entraves acaba sendo o responsável pelo surgimento desses. Isso porque, existe um verdadeiro abismo entre muitos advogados e o mundo tecnológico, não sendo esses capazes de lidar com esses novos empresários em razão da linguagem praticada e do dinamismo desse mercado.

Outro importante ponto está relacionado à segurança das informações. Muitas vezes com o avanço da tecnologia, a informação passa a ser o ativo mais valioso de uma organização. Cabe aos escritórios de advocacia atuarem no sentido de reanalisar de maneira abrangente e consistente os diversos sentidos de transmissão dos dados dessas organizações de maneira a fornecer instrumentos que promovam as devidas proteções jurídicas.

Sobre esse aspecto muito tem se falado sobre a revisão constante dos termos e condições operacionais das organizações visando assim garantir o conhecimento por ela produzido, analisando as suas políticas e os contratos de privacidade estabelecido junto a seus colaboradores, clientes e fornecedores.

Esses são alguns dos exemplos que podem ser dados sobre a atuação da advocacia na área tecnológica. Cabe então aos advogados buscarem os conhecimentos necessários para atuarem nesse setor que não para de crescer e a cada dia tem ocupado diversas áreas da sociedade.

Tendo-se abordado esses aspectos referentes à atuação dos advogados e meio aos novos paradigmas tecnológicos passamos a segunda parte dessa publicação que visará demonstrar de que maneira que a interação desses profissionais como essas tecnologias pode tornar a atuação mais eficiente.

 A advocacia tecnológica

A rotina do advogado é demasiadamente estressante em razão das diversas atribuições que esse possui. A advocacia requer dos profissionais que ao mesmo tempo que atuem no desenvolvimento de teses para defesa de seus clientes estejam focados no desenvolvimento de seu escritório e ainda estejam em processo continuo de capacitação.

Com o acumulo dessas demandas muitas vezes o advogado não consegue desenvolver com qualidade essas atribuições e acaba se perdendo ao ver que, embora esteja se dedicando, não consegue evoluir na carreira em razão de não ter tempo para se devotar a uma problemática especifica.

O desenvolvimento de novas tecnologias aos poucos alcançou o universo da advocacia, inicialmente por meio dos periféricos, como computadores, smartphones e outros dispositivos. Atualmente atinge principalmente os sistemas de informação e gerenciamento dos escritórios.

A tecnologia tem sido um importante aliada no que tange a organização e dinamismo na atuação do advogado. Diversos são os softwares que propiciam a gestão remota do escritório, englobando desde a gestão de pessoas, gestão financeira e até mesmo a gestão de processos.

A grande verdade é que a maioria dos advogados, e pode ser o seu caso, gostaria de ter de se preocupar tão somente com a prática efetiva do direito, isto é, poder se concentrar nos processos em que atua. É nesse sentido que a tecnologia tem entrado de vez na rotina dos escritórios, já que organizando a agenda e gerando relatórios automatizados das demandas do escritório, propicia maior tempo aos profissionais para praticarem a advocacia em seu sentido mais tradicional.

Além disso, o controle de prazos, que deixa muitos advogados de cabelo em pé, já que a ausência de controle sobre esses pode prejudicar efetivamente um processo em que atua, tem sido automatizado por meio da tecnologia, que faz uma varredura sobre os processos vinculados ao advogado trazendo atualizações automáticas acerca do andamento desses. É o caso do ProAdv, um software extremamente completo e voltado ao controle de prazos processuais.

Portanto, não dá mais para considerar o universo do direito sem a tecnologia. É uma realidade, e aqueles que não só a aceitarem mais compreenderem-na como verdadeira aliada estará à frente da concorrência e tornará o seu escritório mais eficiente.

 

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